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Julho 30, 2006
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10:12
by PAULO ROBERTO SELBACH JUNIOR
Piratas do Caribe - O Baú da Morte (CINEMA)
Dois são os fatores que podem atrapalhar o real divertimento em PIRATAS DO CARIBE - O BAÚ DA MORTE (fatores que não atrapalharam o público americano de ir aos cinemas), a longa duração do filme e a confusa trama cheia de referências e detalhes que acabam por se perder ao longo da duração excessiva do filme. Se isto não lhe incomodar PIRATAS DO CARIBE ainda consegue divertir e entreter com o resgate do velho gênero de aventuras piratas, tudo isto embalado numa super produção de encher os olhos, com bastante uso de efeitos especiais e a presença fundamental de Johnny Depp como o capitão pirata Jack Sparrow (que continua dono do filme). Se Johnny Depp ainda continua sendo essencial ao filme o mesmo não se pode falar de Orlando Bloom. Faz muito tempo que não vejo um ator tão inexpressivo com tanta sorte em Hollywood, o rapaz sempre consegue papéis em filmes bastante comentados, com exceção de Elizabethtown, que necessitava de sua interpretação, e acabou no resultado que acompanhamos. Mesmo assim, O BAÚ DA MORTE ainda tem em seu elenco a beleza de Keira Knightley (mesmo que com uma pequena participação), Bill Nighy (que mesmo com a adição dos efeitos ainda permanece imterpretando) e Stellan Skarsgard (sempre competente). A dupla de roteirista, os mesmos do original, consegue trabalhar alguns conceitos como o fim da Era Pirata em plena época das navegações e adiciona humor cartunesco na passagem do Capitão Sparrow pela ilha de canibais, no entanto, quando ficamos somente com a trama do baú da morte, a trama se torna complexa desnecessariamente e atrapalhando o ritmo farsesco do filme, uma pena pois o filme é bastante agradável de ser assistido num cinema de qualidade com pipoca e refrigerante. PIRATAS DO CARIBE: O BAÚ DA MORTE: 6,5 (Pirates of the Caribbean: Dead Man's Chest, EUA, 2006) Direção: Gore Verbinski Roteiro: Ted Elliott e Terry Rossio Com: Johnny Depp, Orlando Bloom, Keira Knightley, Bill Nighy, Stellan Skarsgard, Jack Davenport, Kevin McNally, Naomie Harris, Jonathan Pryce, Mackenzie Crook, Tom Hollander, Lee Arenberg, Clive Ashborn. 143 min. BUENA VISTA Julho 27, 2006
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23:33
by PAULO ROBERTO SELBACH JUNIOR
Lançamentos da SemanaSONY:MEMÓRIAS DE UMA GUEIXA (produção de Spielberg, dirigida por Rob Marshall que angariou quase todos os Oscars técnicos, com Zhang Ziyi e Gong Li) e A CONDESSA BRANCA (último trabalho da dupla Ivory/Merchant, numa óbvia trama de época passada na China, baseada num livro, com Ralph Fiennes e Vanessa Redgrave); ![]()
WARNER:TERRA FRIA (produção com direção da diretora de Encantadora de Baleias, Nikki Caro, e que conta com um grande elenco, Charlize Theron, Frances McDormand, Sissy Spacek e Woody Harrelson);
CALIFÓRNIA:AOS OLHOS DE DEUS (filme com produção de Oprah Winfrey, com Halle Barry e Terrence Howard) e MALDITO CORAÇÃO (filme independente com direção e atuação de Asia Argento, bastante elogiado e controverso);
UNIVERSAL:A SANGUE FRIO (produção com cara de Fargo, dirigida por Harold Ramis e no elenco John Cusack, Billy Bob Thornton e Connie Nielsen);
PARIS:RETRATOS DE FAMÍLIA (drama que rendeu uma indicação de atriz coadjuvante para Amy Adams), O ÚLTIMO PACIENTE (sem referências), SUPER SNOOPER UM TIRA GENIAL (sem referências) e SONHOS NA CASA DA BRUXA (episódio de Mestres do Horror com direção de Stuart Gordon);
Julho 25, 2006
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16:45
by PAULO ROBERTO SELBACH JUNIOR
Premonição 3 (CINEMA)
Você pode se perguntar qual motivo teria eu para assistir PREMONIÇÃO 3, uma cinessérie de terror adolescente que ao invés de ter um serial killer tem como perseguidor dos jovens a própria Morte. Não sei se justifica muito mas, nos aúreos tempos do seriado Arquivo X, tinha uma dupla de roteirista que era responsável pelos melhores episódios, excluindo os episódios que envolviam a mitologia do seriado, a dupla era James Wong e Glen Morgan (também responsáveis pelo sucesso do primeiro Premonição), que voltaram a assumir o comando nesta terceira parte. Misturando mortes sanguinárias com humor negro, Premonição sempre optou pelas mortes mais bizarras possíveis, neste novo episódio nunca tanto sangue jorrou nos personagens (que chega até nausear). No entanto, a própria fórmula criada pela cinessérie começa a mostrar desgaste, desde o inicio sabemos quem irá morrer e olhamos junto com os protagonistas a morte irremediável dos mesmo, o filme tornou-se episódico (não há mais surpresa em quem irá morrer primeiro mas sim como isto ocorrerá). A direção e o roteiro acertam na tensão iminente durante boa parte da curta duração do filme (ideal para ele), um exemplo é a cena que se passa numa Feira comunitária que mostra o potencial do filme quando não conseguimos prever o que a Morte planeja, pena que isto somente ocorra no final. A cena inicial do acidente no parque é muito boa mas não ganha do acidente da rodovia do segundo episódio, porém, a cena final no mêtro é exemplar. PREMONIÇÃO 3: 4,0 (Final Destination 3, Eua, 2006) Direção: James Wong Roteiro: James Wong e Glen Morgan Com: Mary Elizabeth Winstead, Ryan Merriman, Kris Lemche, Alexz Johnson, Sam Easton, Jesse Moss, Gina Holden, Texas Battle, Chelan Simmons, Crystal Lowe, Amanda Crew, Maggie Ma, Ecstasia Sanders, Jody Racicot, Patrick Gallagher. 93 min. PLAYARTE Julho 23, 2006
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01:33
by PAULO ROBERTO SELBACH JUNIOR
A Cor de um Crime (DVD)
Julianne Moore, uma das minhas atrizes favorita dos últimos anos, deve tomar cuidado com seus próximos projetos, tanto em A COR DE UM CRIME quanto em OS ESQUECIDOS, coincidentemente seus dois últimos projetos (bastante comerciais, diga-se de passagem) ela acaba por interpretar mães à beira de um ataque de nervos, tudo em função do sumiço dos seus filhos (em ambos filmes). Coincidência também que ambos questionam a sanidade da personagem de Moore (mas em diversos momentos há um exagero em cena). No entanto, A COR DE UM CRIME consegue ir um pouco mais além do que sua aparente sinopse (mulher branca acusa negro de seuqestrar seu filho), talvez porque o roteirista adaptou seu livro homônimo para a tela saiba o que de mais importante há nele, a bomba relógio na qual se encontra a relação entre policias brancos com a comunidade negra do subúrbio americano. Mesmo assim, não há como negar a fragilidade da trama policial, previsivel ao extremo. Me admira que Joe Roth, diretor do fraco Os Queridinhos da América mais conhecido pelo seu trabalho como produtor, ainda tenha conseguido de maneira mediana orquestrar A COR DE UM CRIME, que tem como seu maior destaque as interpretações eficientes de Samuel L. Jackson (que estava devendo para o público) e Edie Falco (mais conhecida como matriarca da Familia Soprano, que faz com um papel pequeno um trabalho brilhante). A COR DE UM CRIME:4,5 (Freedomland, Eua, 2005) Direção: Joe Roth Roteiro: Richard Price Com: Samuel L. Jackson, Julianne Moore, Edie Falco, Ron Eldard, William Forsythe, Aunjanue Ellis, Anthony Mackie, LaTanya Richardson. 113 min. SONY Julho 20, 2006
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00:27
by PAULO ROBERTO SELBACH JUNIOR
Lançamentos da SemanaBUENA VISTA:SRA. HENDERSON APRESENTA (filme que rendeu uma nova indicação ao Oscar para Judi Dench, que conta ainda com Bob hoskins e direção de Stephen Frears) e A MÁQUINA (nacional baseado na peça homonima de Adriana Falcão, com Gustavo Falcão, Mariana Ximenes e Lazaro Ramos); ![]()
SONY:A COR DE UM CRIME (produção que ficou inédita nos cinemas em função da baixa bilheteria nos Eua, com Julianne Moore, Eddie Falco e Samuel L Jackson), O TÚNEL DA MORTE (terror adolescente sobre cinco meninas presas num sanatório onde ocorreram diversas mortes) e SARABAND (drama do mestre Ingmar Bergman com sua diva Liv Ullman);
PARIS:THE BUSINESS UMA CARREIRA PARA O PARAÍSO (recente produção que esteve nos cinemas), DEPOIS DO SEXO (comédia de origem Tcheca), A CAÇADA MORTAL (sem referências), JENNIFER INSTINTO ASSASSINO (episódio de Mestres do Horror com direção do mestre Dario Argento);
IMAGEM FILMES:UM LUGAR PARA RECOMEÇAR (drama edificante de Lasse Hallstrom com Robert Redford, Morgan Freeman e Jennifer Lopez) e O VISITANTE (terror americano com Edward Furlong, de Exterminador do Futuro II);
FLASHSTAR:MISSA DA MEIA NOITE (terror sem referências) e 18 DEDOS PARA A VIOLÊNCIA (comédia que vem no embalo de Kung Fusão); ALPHA:O MATADOR (comédia com Pierce Brosnan, e Hope Davis), AMOR VERDADEIRO (produção televisiva com Andie McDowell e Rosie O'donnell sob a direção de Angelica Huston) e A VINGANÇA (suspense com Peta Wilson do seriado La Femme Nikita);
EUROPA FILMES:MEDO (terror coreano bastante elogiado com direção de Kim Ji-Woon), COLETÂNEA DE CURTAS VOL. 1, MEU PAI, MEU FILHO (drama francês com Gerard Depardieu e seu filho Guillaume);
CALIFÓRNIA:CAIXA PRETA (thriller francês) e MILAGRE DO CORAÇÃO (produção natalina com Rob Lowe); FOX:A PANTERA COR DE ROSA (ressurgimento do clássico e hilário Inspetor Clouseau, agora nas mãos de Steve Martin, infelizmente o filme não possui metade da graça de época da dobradinha de Peter Sellers e Blake Edwards) e MENTIRAS SINCERAS (estréia na direção do roteirista de Assassinato em Gosford Park, com Tom Wilkinson, Emily Watson e Rupert Everett); ![]()
Julho 18, 2006
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23:44
by PAULO ROBERTO SELBACH JUNIOR
Superman - O Retorno (CINEMA)
Não sei o que acontece em SUPERMAN - O RETORNO, após incontáveis diretores e roteiristas, fiquei com a impressão que o roteiro tornou-se uma colcha de retalhos: há ótimas idéias e argumentos interessantes, no entanto, parecem perdidos na aúrea que cerca o próprio retorno de Superman, como se os filmes não fossem somente entretenimento, há um ar de seriedade em demasiado. Bryan Singer abriu mão da terceira parte de X-Men em escolha a ressurreição de Superman, e por virtude do destino, SUPERMAN - O RETORNO, sofre do mesmo problema que a última parte da trilogia dos mutantes, há muitas tramas em cena com pouco desenvolvimento de um todo, contudo, em X-MEN: O CONFRONTO FINAL, as tramas são mais conclusivas e emocionantes enquanto em SUPERMAN tudo surge mais com uma introdução para o que pode acontecer nos próximos filmes. Ao apagar as luzes da sala de cinema, há a emocionante abertura com os créditos surgindo na telona exatamente como ocorria nos primeiros filmes, inclusive, com a inesquecível trilha original (muito bem utilizada durante o transcorrer do filme). Em seguida, temos idéia do que se passou nos cinco anos em que Superman esteve sumido, tanto com ele quanto com os personagens principais. Assim o filme se apresenta da seguinte maneira: o mundo ainda necessita de Superman, o relacionamente deste com Lois Lane (agora um triângulo amoroso pois Lois mora com o sobrinho do dono do jornal e, ainda, é mãe de um menino) e Lex Luthor que, agora, de posse dos cristais da Fortaleza da Solidão resolve destruir os continentes em prol de uma terra que ele fará emergir do Oceano. Destas três ideias centrais do roteiro o argumento melhor resolvido com certeza é a relação entre Superman/Clark Kent e Lois Lane, um misto de mágoa e decepção em contraste com o amor que sentem um pelo outro. A trama envolvendo Lex é somente um pano de fundo do filme para acrescentar cenas de ação. Considero que o maior equivoco da produção foi não aprofundar esta questão da utilidade de Superman após estes cinco anos, o quanto ele fez falta e qual seria sua real utilidadde para a humanidade. Acredito que assim o roteiro daria oportunidade a Brandon Routh mostrar um pouco mais de seu talento e não somente ficar a sombra de sua similaridade com Christopher Reeves. Uma pena não aproveitarem melhor Eva Marie Saint e Frank Langella, coadjuvantes de luxo, enquanto, mesmo gostando de Kate Bosworth, sua jovialidade não encontra respaldo na experiência que a personagem Lois Lane possui, inclusive, por ser uma repórte de renome. Já Kevin Spacey, não encontra em Lex Luthor um personagem bem escrito e desenvolvido, parece uma caricatura de Gene Hackman, fica entre a loucura de sua obsessão e o lado cômico de sua relação com sua parceira (e notem o desperdício de somente em uma cena Superman e Lex Luthor trocarem diálogos). Tecnicamente não haveria melhor momento para realizar uma produção como SUPERMAN - O RETORNO, o orçamento da produção está muito bem aplicado em cada cena do filme, um predicado da direção de Singer, os efeitos enchem os olhos e ver Superman voando nunca foi tão plausível quanto agora, no entanto, como enredo Superman fica devendo um melhor desenvolvimento dos personagens que peca por serem poucos mostrando alguns equivocos do roteiro. SUPERMAN - O RETORNO: 7,0 (Superman Returns, Eua, 2006) Direção: Bryan Singer Roteiro: Bryan Singer, Michael Dougherty, Dan Harris Com: Brandon Routh, Kevin Spacey, Kate Bosworth, James Marsden, Eva Marie Saint, Frank Langella, Parker Posey. 154 min. WARNER Julho 15, 2006
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23:08
by PAULO ROBERTO SELBACH JUNIOR
Transamérica
O cinema independente americano pode ter esgotado suas narrativas , o que sempre o diferenciou do cinemão americano, no entanto, no quesito personagens ainda retrata-os com as mais diferentes caracteristicas como ninguém para isso contando com grandes atores, que aproveitam para mostrar seu verdadeiro talento, ou mesmo dando espaço para atores desconhecidos conseguindo estes uma visibilidade ímpar. Duncan Tucker ainda se mostrou mais corajoso pois seu protagonista é um travesti às vésperas de sua tão sonhada operação de troca de sexo mas que tem seu sonho adiado com a ligação de um filho que ele/ela nem sabia que existia. Assim Tucker opta pela reconstrução de uma relação que nunca houve atráves de um road-movie. A opção por este gênero limita as ações e torna TRANSAMERICA episódico, mesmo assim, Tucker insere personagens que adicionam ritmo (tanto drama quanto comédia) ao filme além disso, não abre mão de sua história para momentos contos de fadas, mesmo que isto incomode o público sedento por finais felizes. Mas o diferencial de TRANSAMERICA é a marcante interpretação de Felicity Huffman (atualmente mais conhecida como Lynette do seriado Desperate Housewifes), cheia de nuances e honestidade, cria Bree (nome do travesti) com bastante sensibilidade sem cair no piegas ou mesmo entregar um travesti caricato. Além de Huffman, o ator Kevin Zegers que faz seu filho (vindo da cinessérie Air Bud, acreditem!) consegue criar a quimica ideal com a personagem de Huffman. TRANSAMÉRICA: 7,0 (TransAmerica, Eua, 2005) Direção: Duncan Tucker Roteiro: Duncan Tucker Com: Felicity Huffman, Kevin Zegers, Fionnula Flanagan, Elizabeth Pena, Graham Greene, Burt Young, Carrie Preston. 103min. FOCUS FILMES Julho 12, 2006
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23:32
by PAULO ROBERTO SELBACH JUNIOR
Lançamentos da SemanaEUROPA FILMES:ALTA TENSÃO (suspense francês de Alejandre Aja que com elogios acabou assumindo a direção da refilmagem Viagem Maldita, em breve nos cinemas), AS REGRAS DE MAX (ação voltada para o público juvenil) e O CÁRCERE E A RUA (documentário de Liliana Sulzbach); ![]()
FLASHSTAR:O FANTASMA DE LUCY KEYES (suspense inédito nos cinemas com Julie Delpy) e O JUSTICEIRO (ação direto de Hong Kong); CALIFÓRNIA:TAXI 3 (continuação francesa que mescla ação e comédia) e À ESPERA DO MAL (terror sem referências); PARAMOUNT:AS FÉRIAS DA MINHA VIDA (produção voltada para o carisma de Queen Latifah numa comédia com a participação de LL Cool J e Gerard Depardieu) e A HERANÇA (suspense com o ator B, William Baldwin);
WARNER: FIREWALL SEGURANÇA EM RISCO (aventura com Harrison Ford e Paul Bettany sobre cofres e tecnologia);
VIDEOFILMES:IDENTIDADE ROUBADA (suspense com Susan Sarandon e Sam Neill, inédito nos cinemas) e O CÍRCULO DA MORTE (suspense sem referências); IMAGEM FILMES:CRY WOLF: O JOGO DA MENTIRA (suspense que foi exibido nos cinemas sobre um assassino criado na internet como boato que acaba surgindo de verdade para liquidar diversos jovens) e ESCRAVAS DA VAIDADE (produção de Hong Kong que versa sobre a beleza); ![]()
SONY:SEGUNDO EM COMANDO (Van Damme tenta outra vez voltar ao sucesso com este filme que chega diretamente em DVD) e O MISTÉRIO DE ROSE (suspense sobrenatural com Tom Sizemore); Julho 9, 2006
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16:13
by PAULO ROBERTO SELBACH JUNIOR
Abc do Amor (DVD)
Não resisti em escrever algumas linhas sobre ABC DO AMOR, uma comédia juvenil que versa sobre o primeiro amor, com um tema tão universal, o diretor Mark Levin (vindouro da série Anos Incriveis, que também discutia a juventude mas dos anos 60/70) optou por fazer desta experiência pela qual todos passamos um passatempo encantador e nostálgico. Ainda acrescenta como ambiente os arredores do Central Park em Nova York, deixando tudo mais charmoso e bonito. Os dois protagonistas, tem carisma o suficiente para segurar o filme, principalmente, Josh Hutcherson, que vive as consequencias do primeiro amor (óbvio que ele faz tudo aquilo que a maioria de nós já fizemos, perseguir a menina para encontrá-la como se fosse coincidência, gaguejar, xingar, chorar, etc). O roteiro aborda a questão com uma maturidade questionável para a idade que pode ser observada pelos diálogos e sentimentos do protagonista (apesar de não lembrar o que pensava com esta idade), no entanto, isto serve mais para aproximar os personagens do público mais adulto, e é o que acontece, impossivel não se divertir. ABC DO AMOR: 7,0 (Little Manhattan, Eua, 2005) Direção: Mark Levin Roteiro: Jennifer Flackett Com: Josh Hutcherson, Charlie Ray, Bradley Withford, Cynthia Nixon, Willie Garson, Josh Pais. 88 min. FOX FILMES Julho 6, 2006
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23:23
by PAULO ROBERTO SELBACH JUNIOR
Lançamentos da SemanaEUROPA FILMES:TERAPIA DO AMOR (comédia com toques de drama e romance, protagonizada por Uma Thurman e Meryl Streep), QUESTÃO DE IMAGEM (drama francês de Agnes Jaoui, mesma diretora de O Gosto dos Outros) e SEITA DA ESCURIDÃO (terror sem referências);
PLAYARTE: ESPÍRITOS - A MORTE ESTÁ AO SEU LADO (grande sucesso nos cinames brasileiros este suspense tailandês chega agora em DVD);
UNIVERSAL:NANNY MCPHEE (produção voltada ao público infantil com Emma Thompson e Colin Firth) e DOOM (filme baseado no jogo de videogame protagonizado por The Rock);
BUENA VISTA:ANNAPOLIS (drama que as passa numa escola militar que ficou inédito nos cinemas, com a brasileira Jordana Brewster e James Franco, de Homem Aranha);
IMAGEM:DIA DE IRA (ação com o incansável Christopher Lambert) e DUELO DA VERDADE (western sem referências); Julho 5, 2006
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14:26
by PAULO ROBERTO SELBACH JUNIOR
Poseidon (CINEMA)
Primeiro preciso confessar que tenho uma curiosidade mórbida por filmes catástrofes, me sinto atraído pela trama recheada de clichês, cenas de encher os olhos, tensão, problemas familiares, vilões que morrem, heróis que são sacrificados e os sobreviventes. Sim porque é inegável constatar que o roteiro destas produções não possuem nenhum fator que as diferencie da receita deste subgênero. Agora, imaginem que este filme ainda é uma refilmagem de um dos títulos mais representativos deste gênero, POSEIDON, dirigido pelo mestre dos filmes aquáticos, Wolfgang Petersen (de O Barco e Mar em Fúria). POSEIDON original tinha em seu elenco nomes como Gene Hackman e Ernest Borgnine, aqui o máximo que temos é Josh Lucas, Kurt Russell e Richard Dreyfuss. Se observarmos houve uma mudança na tônica destes filmes desde os anos 70, antes o elenco era estrelar e os personagens eram melhores delineados; agora, estes filmes existem especificamente para criar efeitos exuberantes. Neste novo POSEIDON, é isto o que acontece a trama é rasa e lembra um videogame em suas diversas fases (com dificuldades e obstáculos diferentes tendo em seu final a morte de algum personagem). Tanto o roteiro quanto a direção de Wolfang Petersen demonstram naturalmente uma preocupação na ação fisica do filme (outro detalhe é a violência que o diretor não apaga, vemos dezenas de corpos em quase todos os cenários, por exemplo), trabalham bem os ambientes e a tensão das cenas. Se encararmos assim um filme catástrofe, POSEIDON até diverte e entretem, para mim foi um filme pipoca para esquecer ao ligarem as luzes. POSEIDON: 6,0 (Eua, 2006) Direção: Wolfgang Petersen Roteiro: Mark Protosevich Elenco: Josh Lucas, Kurt Russell, Emmy Rossum, Jacinda Barrett, Mike Vogel, Jimmy Bennett, Mia Maestro, Andre Braugher, Richard Dreyfuss. 108 min. WARNER Julho 2, 2006
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10:59
by PAULO ROBERTO SELBACH JUNIOR
No Rastro da Bala (DVD)
Outra boa surpresa acaba de chegar em vídeo, e mais surpreendentemente, possui como protagonista o insonsso do Paul Walker (de Mergulho Radical e Velozes e Furiosos), num bom momento. A surpresa atende pelo nome de NO RASTRO DA BALA, um filme policial que mescla com bastante competência uma trama ágil e instigante com uma violência urbana pop digna de Quentin Tarantino. Obvio que a comparação pode fazer a expectativa com o filme ser muito alta, no entanto, serve somente para dar uma idéia do que o filme se propoe a fazer e realiza com eficiência. O diretor acerta no tom obscuro e violento, seu nome Wayne Kramer você deve lembrar de The Cooler (com William H. Macy, Maria Bello e Alec Baldwin), um filme bastante interessante. Apesar de possuir muitas surpresas com exceção da última que é desnecessária e banal, o roteiro consegue segurar bem as diversas subtramas e a dezena de personagens, lembrando também os policiais ingleses Snatch e Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes. Vale a pena começar a observar a carreira de Wayne Kramer, que está despontando como um diretor acima da média. NO RASTRO DA BALA: 7,5 (Running Scared, Eua, 2006) Direção: Wayne Kramer Roteiro: Wayne Kramer Com: Paul Walker, Vera Farmiga, Cameron Bright, Chazz Palminteri, Karel Roden, Johnny Messner, Bruce Altman. 118 min. Imagem Filmes
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