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Paulo Jr., 24 anos e cinéfilo de Novo Hamburgo
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:: Fevereiro 24, 2005 ::


O Aviador (CINEMA)



Acho que para o grande prêmio da noite do Oscar não haverá surpresa, provavelmente, a biografia de Howard Hughes ganhará o prêmio de Melhor Filme, entretanto outro personagem deve passar em branco, o diretor Martin Scorsese, novamente indicado, mas que deve ceder lugar a outro veterano, Clint Eastwood.

Digo isso, porque cada centímetro da película O AVIADOR tem ares de Oscar, um grande personagem real com diversos conflitos e, ainda por cima, identificação com a época de ouro de Hollywood, os anos 40/50. No entanto, não tenho como negar que a biografia de Hughes, um multimilionário excêntrico, rende diversas passagens extremamente interessantes, mas o costume de Scorsese de fazer épicos de longa duração, desta vez, esgotou minha paciência. A partir das duas horas e meia, senti que a história tornava-se cíclica e ficava difícil optar por um final adequado ao filme, senti que repetiam sempre a mesma coisa: a excentricidade, a doença e a inteligência (características do protagonista).

Por outro lado, a escolha de John Logan, roteirista (nem parece o mesmo que criou GLADIADOR), por centrar a historia desta figura única em sua fase áurea mostra-se acertada por evitar o abuso do sofrimento em seus últimos anos, contudo, certas passagens sem muito interesse ganham maior importância do que, por exemplo, a própria infância do milionário (apontada como causadora de suas doenças conforme a introdução do filme).

A força de O AVIADOR concentra-se, exclusivamente, em seu personagem principal, deixando de lado algumas figuras interessantes como Ava Gardner (Kate Beckinsale, belíssima) que surge somente para ajudar o personagem em momentos difíceis, a relação deste casal é pouca explorada, uma pena, pois o relacionamento de Hughes com Katharine Hepburn (Cate Blanchett, mais uma vez mostrando ser a nova Meryl Streep, capaz de se transformar em qualquer personagem que lhes apresentem, cria uma Hepburn incrível nos trejeitos e gestos) ganha contornos bastante interessantes, ate porque, ambos personagens eram difíceis de lhe dar pelo seu comportamento intempestivo.

Pelo menos a exposição exagerada de Howard Hughes revelou, novamente, todo o talento de Leonardo DiCaprio (que andava em baixa desde o TITANIC). DiCaprio segura seu personagem com unhas e dentes entregando uma interpretação incrível e emocionante, mesmo que sua aparência mais velha não esconda sua juventude.

Quanto aos fatores técnicos, Scorsese mostra-se um mestre soube trabalhar bem a época retratada com cenários e figurinos requintados, e ainda, conseguiu retratar uma personalidade social e milionária como se fosse um personagem à mercê da sociedade (e contra ela), assim como ocorria com seus protagonistas em TAXI DRIVER e TOURO INDOMAVEL.

Mesmo não sendo meu favorito, O AVIADOR deve ser o grande vencedor da noite (com alguns méritos), mas ainda acho que como fã de Scorsese, este deveria levar novamente sua filmografia aos tempos que em filmava OS BONS COMPANHEIROS, pois ninguém sabe lhe dar tão bem com o submundo quanto Scorsese, e esquecer esta obsessão pelo Oscar.

O AVIADOR: 8,0
Direção: Martin Scorsese
Roteiro: John Logan
Com: Leonardo DiCaprio (Howard Hughes), Cate Blanchett (Katharine Hepburn), Kate Beckinsale (Ava Gardner), John C. Reilly (Noah Dietrich), Alec Baldwin (Juan Trippe), Alan Alda (Senador Ralph Owen Brewster), Ian Holm (Prof. Fitz)
Danny Huston (Jack Frye), Gwen Stefani (Jean Harlow)
Jude Law (Errol Flynn). 168 min. WARNER

:: PAULO ROBERTO SELBACH JUNIOR 12:36 AM [+] ::
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:: Fevereiro 22, 2005 ::

Sideways - Entre Umas e Outras (Cinema)



Finalmente consegui iniciar minha maratona pelos indicados ao Oscar, no mesmo dia assisti SIDEWAYS - ENTRE UMAS E OUTRAS e O AVIADOR. Começo minhas observações por SIDEWAYS (não vou conseguir ficar escrevendo este subtítulo desnecessário).

Sou obrigado a confessar que sou fã do diretor Alexander Payne, acho sua filmografia um verdadeiro painel do retrato de pessoas solitárias desde a menina louca pela direção do grêmio estudantil (ELEIÇÃO) até a repentina mudança na rotina do velho Schmidt (AS CONFISSÕES DE SCHMIDT). Todos estes personagens se encontram em situações limites em suas vidas onde suas ideologias e comportamentos são colocados a prova. E o melhor de tudo, seus filmes não são tristes são retratos trágico-cômicos destes personagens em situações muito verossímeis.

Esta característica do cinema de Payne (principalmente, de seus roteiros), isto é retratar seus personagens como pessoas reais, conseguem aproximar estes estranhos personagens dos espectadores e, acima de tudo, fazê-los criarem identificação no exato momento que os observamos na telona.

No caso de SIDEWAYS, Payne retrata as aventuras de dois amigos com trinta e muitos anos em diferentes situações: Miles é um professor divorciado que sonha com duas coisas, ser escritor e em sua ex-esposa, já Jack está prestes a subir ao altar e só pensa em aproveitar sua ultima semana como solteiro, além disso, é um ator pouco conhecido, mas extremamente galanteador. Esta dupla inusitada resolve viajar atraves das vinícolas californianas numa bela e acessível metáfora que Payne monta em seu roteiro entre vinhos e personagens.

Nas suas cinco indicações merecidas por SIDEWAYS sinta a falta de Melhor Ator para Paul Giamatti, é o segundo ano consecutivo que Giamatti é menosprezado pela Academia (assim como seu colega cômico Jim Carrey). Giamatti dá vida a Miles como dificilmente algum ator conseguiria, sua expressão de melancolia e seu apego ao vinho para poder tornar-se uma pessoa sofisticada rende momentos de extrema sensibilidade e comicidade no filme. Para fazer companhia a Giamatti, Payne escalou o desconhecido Thomas Haden Church (conhecido somente por fãs de seriados televisivos e por GEORGE, O REI DA FLORESTA), que acaba sendo uma das grandes surpresas do filme, com sua cara de pau peculiar e sua falta de senso, ele faz o contraponto ao certinho Miles.

Além deles, Payne ainda encontrou Virginia Madsen (belíssima como Maya) num verdadeiro a la Quentin Tarantino, ao ressuscitar uma atriz dos anos 80, para na verdade entregar-lhe um papel encantador e verdadeiro. A sorte de Payne é que Madsen consegue responder as expectativas e interpretar a garçonete com sensibilidade e muito charme (fator que faz com que torcemos por ela e por Miles).

Assim como o sindicato de roteiristas, que premiou SIDEWAYS como melhor roteiro adaptado (outro prêmio foi de BRILHO ETERNO..., como roteiro original), meu voto já pertence a SIDEWAYS pela originalidade, pela realidade e pelos belos momentos ao lado de seres humanos (de carne e osso) sem soar hipócrita ou panfletário, o roteiro é o grande astro da produção. Engraçado em diversos momentos, emocionante em outros mas, principalmente, verdadeiro e honesto com o espectador, isto faz de SIDEWAYS o melhor filme de Payne e um dos melhores deste ano.

SIDEWAYS - ENTRE UMAS E OUTRAS: 10,00
(Sideways, Eua, 2004).
Direção: Alexander Payne
Roteiro: Alexander Payne e Jim Taylor, baseado em livro de Rex Pickett
Com: Paul Giamatti, Thomas Haden Church, Virginia Madsen, Sandra Oh. 122 min. FOX FILM.

:: PAULO ROBERTO SELBACH JUNIOR 4:06 AM [+] ::
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:: Fevereiro 17, 2005 ::

Tumulto


Sei que pode parecer incrível mas não estou conseguindo iniciar minha maratona de filmes oscarizaveis, minha vida esta dando um giro de 90°, no mínimo, demissão do meu emprego como farmacêutico (por desavenças com a administração da empresa) e retomando minha carreira em videolocadoras, um hobby de cinco anos agora novamente ocupação. Em função disto, minha vida se tornou um tumulto cheio de correrias, no entanto, prometo em breve postar algo sobre algum filme não consegui optar por qual.
:: PAULO ROBERTO SELBACH JUNIOR 9:49 PM [+] ::
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:: Fevereiro 12, 2005 ::

O Justiceiro (DVD & VHS)



Como ainda não comecei minha maratona em rumo ao Oscar, vou escrevendo sobre filmes que tenho visto em casa. O JUSTICEIRO é mais um lançamento que as distribuidoras (no caso, a Columbia) planejam colocar nos cinemas e em virtude das bilheterias americanas acabam recuando e lançando diretamente no mercado de DVD e VHS. Em muitos casos isto é ótimo, pois assim poupamos dinheiro de bilheteria em outros casos, filmes como NARC e DONNIE DARKO, acabam esperando que alguém os descubra nas prateleiras das videolocadoras.

Voltando ao O JUSTICEIRO, este não entra em nenhuma das duas opções. Lembro de ter assistido uma vez à produção estrelada por Dolph Ludgrem um verdadeiro filme trash de tão ruim. Aqui nesta nova produção, aproveitando a onda de sucessos de personagens de quadrinhos, ficamos com a sensação de que o filme parece datado, isto mesmo, parece que O JUSTICEIRO ainda não saiu dos anos 80 (assim como a outra produção). Digo isto porque esta trama de vingança sem limites imposta pelo agente Frank Castle lembra muito a cinessérie DESEJO DE MATAR, de Charles Bronson, no entanto, a direção e o roteiro de Jonathan Hensleigh não poupa na ação e violência crua, o que atualmente não acontece em função da censura.

Assim pelo menos o ritmo de aventura consegue manter-se pelas duas horas do filme, mesmo assim, não espere nada de original ou mesmo algum invencionismo.

Outra falha do filme é os equívocos com o elenco se Thomas Jane não possui nenhum carisma (mesmo sendo o anti-herói) ele até consegue levar bem o personagem, em compensação John Travolta está completamente caricato como o mafioso Saint, isto que ele deve ter sido chamado para atrair o público (vejam agora o porque do fracasso, apesar de exagerado). Pelo menos para os homens há as duas belezas: a loira Rebecca Romjin-Stamos (Mística de X-MEN) e a morena de CIDADE DOS SONHOS, Laura Harring, em papeis não muito destacados (por falha do roteiro).

Aconselhado somente para os fãs do personagem e do gênero!

O JUSTICEIRO: 5,0
(The Punisher, EUA, 2004)
Direção: Jonathan Hensleigh
Roteiro: Michael France e Jonathan Hensleigh
Com: Thomas Jane (Frank Castle / Justiceiro), John Travolta (Howard Saint), A. Russell Andrews (Jimmy Weeks), James Carpinello (John Saint), Russ Comegys (Mike), Ben Foster (Spacker Dave), Laura Harring (Livia Saint), Rebecca Romijn-Stamos (Joan). 124 min. COLUMBIA

:: PAULO ROBERTO SELBACH JUNIOR 11:08 PM [+] ::
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:: Fevereiro 10, 2005 ::

Jogos Mortais (CINEMA)



A onda do momento no cinema americano é o suspense sobrenatural (visto em O SEXTO SENTIDO e OS OUTROS) ou a refilmagens de suspenses japoneses (O CHAMADO e O GRITO), no entanto, acaba de chegar aos cinemas uma surpresa que atende pelo nome de JOGOS MORTAIS, um ótimo thriller que utiliza conceitos de filmes como SEVEN e CUBO para criar uma obra aterrorizante.

A boa noticia do bastidor conta que este é um filme independente (sem pressão de estúdios) com o custo de 1,200 milhão (baratissimo até para os nossos padrões), que mesmo assim conta com uma produção estruturada e nomes conhecidos no elenco de coadjuvantes (Danny Glover e Monica Potter), para chamarem a atenção do público.

Olhando assim você pode pensar: mas quem iria ao cinema para assistir há alguns destes atores? Resposta: ninguém , pois o interesse em JOGOS MORTAIS é mesmo seu roteiro e sua engenhosa trama, não a presença de astros e estrelas.

E o melhor é constatar que o roteiro de Whannell e Wan possui todas as características, mesmo sendo uma releitura de tudo que já foi produzido, para criar um suspense instigante, violento, nervoso e arrepiante.

Desde o sucesso de SEVEN, o cinema não criava uma serial killer como Jinsaw (ou Quebra-Cabeça), mas que na verdade não as mata, mas sim cria situações pelas quais suas vítimas poderão sobreviver ou não, depende somente delas ganharem o jogo que lhes foi proposto.

Além de ajudar no roteiro a estréia do diretor James Wan é bastante promissora, uma direção segura e competente, que consegue transparecer violência e segurar o ritmo tenso o tempo todo (apesar de diversas vezes o diretor abusar dos cortes rápidos). Outra vantagem de JOGOS MORTAIS é transformar sua surpresa final em algo plausível e bastante racional, não traindo o espectador que comprou a idéia e tentou, em vão, descobrir os mistérios por trás deste enigmático assassino.

A escolha por Cary Elwes (mais conhecido pelo público do Arquivo X e alguns outros filmes) e Leigh Whannell (tb roteirista) mostra-se acertada pelo desespero e desconfiança que ambos conseguem transmitir desde o inicio do filme (que banheiro é aquele, apavorante por si só), assim como eles, também não sabemos o que esta se passando (sentimento dividido com os protagonistas).

Portanto fica a dica de um filme extremamente intrincado, com uma ótima ambientação sabendo misturar doses de suspense, violência e tensão de uma maneira convincente e, ainda, contar com um final revelação surpreendente.

JOGOS MORTAIS: 9,0
(Saw, Eua, 2004)
Direção: James Wan
Roteiro: Leigh Whannell, baseado em estória de James Wan e Leigh Whannell
Com: Leigh Wahnnell (Adam), Cary Elwes (Dr. Lawrence Gordon), Danny Glover (Detetive David Tapp), Ken Leung (Detetive Steven Sing), Dina Meyer (Kerry), Mike Butters (Paul), Paul Gutrecht (Mark). 102 min.

:: PAULO ROBERTO SELBACH JUNIOR 12:17 AM [+] ::
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:: Fevereiro 5, 2005 ::

Descanso


Vou aproveitar este esperado feriado para poder descansar um pouco (afinal também sou filho de Deus), portanto, novos post somente a partir de quarta. Para todos um ótimo carnaval!

PS: Acabei de assistir JOGOS MORTAIS, para quem poder conferir não o perca, é muito bom. Na minha volta explico melhor o porque.

:: PAULO ROBERTO SELBACH JUNIOR 3:47 PM [+] ::
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:: Fevereiro 2, 2005 ::

Lançamentos para Fevereiro


ALPHA FILMES: UM PRINCIPE EM MINHA VIDA (15), LIQUIDO X (15);

BUENA VISTA: REI ARTUR (02), O DIÁRIO DA PRINCESA 2:CASAMENTO REAL (16), CONFISSÕES DE UMA ADOLESCENTE EM CRISE (16);

CALIFORNIA FILMES: EASY SEX (09), A VINGAÇA DAS GARGULAS (09), DESAFIO FINAL (09), RESPIRO (09), CLUBE DA SEDUÇÃO (23);

CASABLANCA FILMES: LUTERO (15), ASOKA (15);

COLUMBIA: ANACONDA 2 (02/03), A AGENDA SECRETA DO MEU NAMORADO (16), ELAS ME ODEIAM, MAS ME QUEREM (16), GUERREIROS DO CÉU E DA TERRA (23), O PREÇO DA VERDADE (23), BOBBY JONES: A LENDA DO GOLFE (23);

EUROPA FILMES: SPARTAN (09), VOLTANDO PARA CASA (09), AS GLADIADORAS (16), VISITORS (16);

FLASHSTAR: O PODER DA MENTE (23), APOSTANDO A VIDA (23), ESTRANHA AMIZADE (23);

FOX FILM: COM A BOLA TODA (16), COM AS PRÓPRIAS MÃOS (16);

IMAGEM FILMES: MENINA DOS OLHOS (11), CUBO ZERO (18), ASSALTO AO CARRO FORTE (18), QUESTÃO DE LEALDADE (24), HIPOTERMIA (24);

LK-TEL: HALLOWEEN O RETORNO MICHEL MYERS (02/03), JORNADA DA ALMA (02/03), OLHOS DA MORTE (16), ÔNIBUS 174 (16);

PARAMOUNT: UM CRIME DE PAIXÃO (28);

PLAYARTE: DIÁRIO DE UMA PAIXÃO (03), FILHOS DO VENTO (16);

UNIVERSAL: O ESPANTA TUBARÕES (23), A SUPREMACIA BOURNE (02), TEMPORADA DE CRIME (02), O DEFENSOR PROTEGENDO O INIMIGO (23), PROVA SOB SUSPEITA (23);

VIDEO FILMES: SEPTEMBER TAPES ENCONTRO FATAL (15), CUBA LIBRE (10), A MALDIÇÃO DO LAGO, ISSO TUDO É FADO (15), EDIFICIO MASTER (15);

WARNER: REDENTOR (02), A MANSÃO MARSTEM (02);

FAVORITOS: o nacional REDENTOR, a belíssima história de amor de DIÁRIO DE UMA PAIXÃO, o ótimo thriller A SUPREMACIA BOURNE, o novo Spike Lee ELAS ME ODEIAM, MAS ME QUEREM, a nova surpresa de David Mamet em SPARTAN, o drama VOLTANDO PARA CASA e o verídico O PREÇO DA VERDADE.

PROXIMO MÊS:para os cinéfilos chegam ANTES DO PÔR-DO-SOL, MÁ EDUCAÇÃO e OS SONHADORES. Para curtir a dois: A DONA DA HISTÓRIA, UM PRESENTE PARA HELEN e WIBLEDON - JOGO DE AMOR. O novelão brasileiro OLGA, e se a Buena Vista quiser KILL BILL VOL. 2. O independente GERAÇÃO PROZAC, com Christina Ricci e Jessica Lange, MENINOS DE DEUS, com Jodie Foster e Kieran Culkin, e REFÉM DE UMA VIDA, com Robert Redford.

:: PAULO ROBERTO SELBACH JUNIOR 7:37 PM [+] ::
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